16/01/2005
Acordamos bem cedo, saímos do hotel e passamos em um mercadinho para comprar nosso café da manhã. Aproveitei para ligar para meu pai de um telefone público. Saímos em direção ao Sítio Arqueológico de Monte Albán, cidade sagrada dos Zapotecas, situada no alto de uma montanha a 10 km do centro de Oaxaca.
Fomos os primeiros a chegar ao sítio e pudemos apreciar melhor. Além disso, havia uma paz imensa no lugar. Combinamos de fazer a visita separados e de nos encontrarmos na saída. Após horas passeando pelo sítio, nos encontramos e fomos até os artesãos que ficavam do lado de fora para ver as máscaras feitas de pedras.
Fomos os primeiros a chegar ao sítio e pudemos apreciar melhor. Além disso, havia uma paz imensa no lugar. Combinamos de fazer a visita separados e de nos encontrarmos na saída. Após horas passeando pelo sítio, nos encontramos e fomos até os artesãos que ficavam do lado de fora para ver as máscaras feitas de pedras.


Na saída do sítio nos deparamos com um carro todo ornamentado com flores e a imagem de virgem de Guadalupe. O dono do carro nos contou que os peregrinos participam da procissão no dia da santa e mantém o carro enfeitado durante todo o ano. Pedimos para tirar uma foto, porque encontramos vários carros como este nas estradas do México.
Voltamos para o Hotel em Oaxaca para ver se encontrávamos o marcador de livros de prata que o Juliano perdeu, mas não estava lá.

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