27/01/2005
Relato de uma viagem inesquecível de quatro amigos ao México, em janeiro de 2005.



Descemos da torre e seguimos viagem para o tão falado Sítio Arqueológico Chichen-itzá, que fica a 120 km de Mérida, nosso destino seguinte. No caminho passamos por pequenas "aldeias" onde habitam pessoas mais pobres, crianças índias, em casas de barro e palha.

Acordamos, tomamos café no quarto do hotel, arrumamos as malas e fomos direto até La Torre giratória no El embarcadero, que fica na ponta da praia de Cancun. A torre é redonda, com grandes janelas de vidro e sobe girando até 10 metros de altura, dando-nos uma visão panorâmica de Cancun.
Foi possível avistar a outra extremidade da praia de Cancun, o hotel em forma de pirâmide e até os corais no fundo do mar. Um mar de impressionantes variedades de tom azul. Neste primeiro horário do dia formos os únicos a subir na torre e a gravação da visita guiada foi em português. Ficamos surpresos com a qualidade no atendimento, já que perceberam a nossa língua quando compramos nossos tickets.
Voltamos para as cabanas, tomamos banho e saímos para jantar. Escolhemos o melhor restaurante típico da cidade porque era o último dia de viagem do Juliano e da Roberta. Comemos muitos “burritos”, tacos, tomamos cerveja Sol e fumamos charuto.
Por volta das 10:00hs decidimos voltar para o México e seguir viagem rumo à praia. O dia estava lindo quando chegamos ao Hotel Cabanas Tulum. As cabanas já estavam reservadas desde o início da viagem, porém, a nossa ainda não estava pronta para nos instalarmos. Estava muito quente, estávamos cansados, com fome e bastante irritados com a desorganização porque havíamos reservado uma cabana de frente para a praia, porém nos colocaram em uma que ficava imediatamente atrás desta. Pedimos nosso dinheiro de volta, ou seja, a diferença do valor de uma cabana de frente para o mar para outra com vista parcial para o mar...




O “Templo de las Incripciones”, é a primeira estrutura do sítio, ao lado está o “Templo XIII” e o “Templo de las Calaveras”. “El Palácio” é um interessante e intrigante espaço cheio de corredores que levam a vários cômodos e à torre. O “Templo del Jaguar”, “Templo de la Cruz”, “Templo del Sol”, Templo XIV, e “Templo de la Cruz Foliada”.Ficamos bastante tempo em Palenque porque não dava vontade de ir embora. Tiramos inúmeras fotos e ficamos contemplando aquele lugar lindo e imaginando como viviam os Mayas.
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Na saída do sítio nos deparamos com um carro todo ornamentado com flores e a imagem de virgem de Guadalupe. O dono do carro nos contou que os peregrinos participam da procissão no dia da santa e mantém o carro enfeitado durante todo o ano. Pedimos para tirar uma foto, porque encontramos vários carros como este nas estradas do México.
Voltamos para o Hotel em Oaxaca para ver se encontrávamos o marcador de livros de prata que o Juliano perdeu, mas não estava lá.



Tomamos café perto do hotel enquanto o Juliano e a Roberta ainda estavam dormindo. Depois nos encontramos com eles e saímos para tomar café juntos no “zócalo”. Ficamos em um restaurante no centro e depois passeamos pelo “zócalo”. Andamos na praça conhecida como El Alameda, no Calçadão da Rua Macedonio Alcalá, conhecemos o Palacio del Gobierno, na Plaza de La Constituición, onde há enormes murais do artista Aturo García, retratando a história da cidade. Fomos a Iglesia de Santo Domingo de Gusmán, que é toda dourada - lá o Ju já ia se esquecendo o seu guia Fodor's - e visitamos o Museo de las Culturas de Oaxaca, que fica ao lado da igreja, antigo convento. Havia um enorme jardim com vários tipos de cactos, anexo ao museu.
Chegamos a Oaxaca à noite e nos hospedamos no Hotel del Centro, mas só poderíamos ficar um noite porque o hotel já estava com reservas feitas.
Acordamos e tivemos uma agradável surpresa ao abrir as cortinas do quarto. A vista direta para o mar com alguns barcos a vela. Como chegamos à noite, não havíamos percebido a linda vista do nosso quarto. Tomamos café na beira da piscina do hotel, um dos melhores cafés da viagem. O dia estava lindo, muito calor e finalmente pudemos guardar nossos agasalhos.