22/01/2005
A principal pirâmide “Kukulcan” também chamada de “El Castillo” fica praticamente no centro do sítio. Escalar esta pirâmide é um grande desafio e aqueles que conseguem (eu não fui uma destas pessoas) são recompensados com uma vista espetacular de todo o sítio. O passeio pelo interior da pirâmide é quase o oposto. A escuridão e a umidade dos corredores e das câmaras são demais para algumas pessoas. Mas nós conseguimos subir através das estreitas escadas e vimos a tumba de um guerreiro Maya. A pirâmide tem 91 degraus em cada um de seus 4 lados e com a plataforma superior totalizam 365 degraus, equivalentes aos dias do ano.


Após uma visita demorada por todo o sítio, saímos em direção à Mérida. Chegamos à cidade à noite e fomos ao hotel que pertencia à rede Howard Johnson chamado Hotel Panamericana. O hotel era muito grande e parecia ter sido muito importante o passado. Tinha um pátio central com uma fonte, uma construção espanhola.
Nos hospedamos e saímos para caminhar e jantar na cidade. Jantamos em um restaurante bem simples numa das ruas laterais da praça principal chamado El Trapiche e comemos o prato típico de Yucatán, carne de porco. Depois caminhamos à pé pelo centro que estava bem cheio por ser o último final de semana do primeiro Festival Internacional de Artes de Mérida. Montaram um palanque em frente à Catedral de San Idelfonso e vários grupos de música se apresentaram.
Nos hospedamos e saímos para caminhar e jantar na cidade. Jantamos em um restaurante bem simples numa das ruas laterais da praça principal chamado El Trapiche e comemos o prato típico de Yucatán, carne de porco. Depois caminhamos à pé pelo centro que estava bem cheio por ser o último final de semana do primeiro Festival Internacional de Artes de Mérida. Montaram um palanque em frente à Catedral de San Idelfonso e vários grupos de música se apresentaram.

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