MEXICOmigo

Relato de uma viagem inesquecível de quatro amigos ao México, em janeiro de 2005.

terça-feira

27/01/2005

Acordamos cedo, tomamos um rápido café no quarto do hotel e fomos para o aeroporto. Pegamos o avião para Bogotá e chegamos às 19:00hs. Zero foi nos buscar e fomos para sua casa. Conversamos um pouco sobre a viagem e saímos para encontrar seus amigos em um bar. Chegando lá fomos recebidos com festa. Os donos do bar Tavolara, que é o nome de uma ilha na Itália, são italianos e moram há muito tempo em Bogotá. Conhecemos a Paula, a Mônica e a Maleja, que já morou no Brasil. Todos adoram os brasileiros e todas as coisas do Brasil, como a música, a comida, a bebida. Comemos pizza, bebemos muito vinho e falamos mais ainda. Saímos do bar bem tarde e voltamos para casa.

26/01/2005

Acordamos, tomamos café no terraço do hotel, fizemos check-out, mas deixamos as malas na recepção e fomos caminhando até a praia. Escolhemos 2 espreguiçadeiras em frente a um bar, onde ficaríamos o dia inteiro. Lagarteamos no sol, vimos os barcos de pescadores chegarem cheios de peixes enormes, almoçamos na praia, caminhamos na areia e só saímos às 15:30hs.
Pegamos o carro e fomos até o final da praia pela rua atrás da 5ª avenida, para conhecê-la. Por toda a praia as mulheres faziam top-less, principalmente, as européias. Isso era super normal para todos os freqüentadores, exceto pelos americanos que ora perplexos, ora babando... rsrsrs Voltamos para o hotel, tomamos banho, colocamos as malas no carro, saímos para comprar uma garrafa de tequila na 5ª avenida e viajamos para Cancun.
Chegamos em Cancun e fomos direto para o mesmo hotel em que ficamos na semana anterior. Em seguida, saímos até o centrinho para acessar internet. Depois jantamos em um restaurante bem local/típico. Passamos ainda em uma sorveteria para tomar um sorvete com sabor bem diferente. Eu experimentei o de “Guanabana”. Voltamos para a orla, passeamos a pé pela agitada avenida principal, onde tem o Hard Rock Café, o Mr. Frog, e vários outros restaurantes internacionalmente conhecidos.

25/01/2005

Acordamos e tomamos café no terraço do hotel, com vista parcial para o mar do caribe. Conforme sugestão de um mergulhador local, decidimos não ir para Cozumel porque o mar estava muito agitado e o local não é tão bonito para passear (somente para mergulhar quando está favorável).
Seguimos então para de Akumal, a poucos km de Playa Del Carmen. Uma praia bem mais tranqüila, quase deserta, onde era possível mergulhar com snoorkel. O A alugou um equipamento para mergulhar por um dia inteiro e nadou bastante para ver os corais. Eu fiquei na areia, sou mais lagartixa do que peixinho... Ficamos na praia até as 16:00hs e antes de irmos embora descobrimos um restaurante/bar na orla chamado Buena Vida, no qual almoçamos. Realmente o nome fazia jus ao lugar...De frente para a praia, praticamente na areia, uma vista maravilhosa, bancos em forma de balanço e tinha até uma mesa que ficava no alto de uma torre de madeira para poder ter uma vista melhor ainda do mar. A decoração era divertida: vários esqueletos sentados nos bancos e no bar, e outros menores pendurados no teto. Comemos vários tacos e burritos. Antes do pôr do sol, voltamos para Playa del Carmen.
Chegando ao hotel, tomamos banho e saímos para passear pela 5ª avenida. Passamos em várias lojas de charutos e de artesanato. Tomamos sorvete no píer, andamos até ficarmos exaustos e voltamos para o hotel

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Acordamos, tomamos café no hotel, arrumamos as malas e fomos até o centro de artesanato. Compramos muitos “regalos” (jaguar de pedra, índios de madeira, sombrero). Seguimos viagem para Playa Del Carmen, perto de Cancun. Na estrada, paramos para comprar uma máscara de um guerreiro Maya. Também passamos na cidade de Valladolid para conhecê-la e para almoçar. Tiramos algumas fotos na praça, nas sillas “tu y yo” e almoçamos no restaurante de um hotel em frente a praça principal. Comemos “comida corrida Yucateca” Chegamos a Playa Del Carmen no final da tarde e procuramos o hotel que haviamos reservado no dia anterior. O hotel Labnah ficava quase de frente para a praia e tinha uma piscina com uma pequena ponte sobre ela e uma réplica do Arco de Lab-Nah, Sítio Arqueológico e significa "casa velha". Deixamos as coisas no hotel e saímos para passear na badalada 5ª avenida. Não jantamos, comemos um lanche na Oxxo. Ficamos passeando por mais um bom tempo pela avenida cheia de turistas, na maioria, italianos e franceses.

23/01/2005

Acordamos e tomamos café no restaurante do hotel que ficava no segundo andar. Estava cheio porque havia um enorme grupo musical hospedado no hotel. Falavam uma língua estranha, não conseguimos reconhecer de onde eles eram.
Fomos visitar o Sítio Arqueológico de Uxmal a 110km de Mérida, na Ruta Puuc, no município de Santa Elena.
Os edifícios principais são “La Pirámide del Adivino”, “El Cuadrángulo de las Monjas”; “el Juego de Pelota”, “el Palacio del Gobernador” y “La Casa del las Tortugas”.
O edifício principal, que é uma pirâmide com os cantos arredondados, tem um segredo. Ao se posicionar em frente a pirâmide e bater palmas, ouve-se um eco com uma som muito peculiar. Todos os turistas ficam parados em frente à pirâmide batendo palmas durante algum tempo, inevitável.

Saímos de Uxmal às 13:00hs e voltamos para Mérida. Tomamos banho no hotel e saímos para conhecer melhor o centro histórico. Fomos ao Palácio do Governo, que abriga 27 murais de um famoso pintor local, que retratam a história violenta e sangrenta do México, do povo Maya. Almoçamos em um pequeno e simples restaurante e voltamos ao hotel para pegar o carro. Fomos até o Paseo Montejo, uma famosa avenida arborizada repleta de mansões em estilo francês, bares e restaurantes. Passamos pelo Museu de Antropologia e História, pelas Casas Gemelas e pelo Monumento a la Bandera, que fica no centro de uma rotatória. Estacionamos o carro e voltamos para a praça do centro histórico. Por um bom momento, ficamos só sentados na pracinha vendo como as pessoas festejavam, como se comportavam, como se vestiam, etc. Saímos de carro novamente até o Paseo Montejo e paramos para tomar um café no El Gran Café.

22/01/2005

A principal pirâmide “Kukulcan” também chamada de “El Castillo” fica praticamente no centro do sítio. Escalar esta pirâmide é um grande desafio e aqueles que conseguem (eu não fui uma destas pessoas) são recompensados com uma vista espetacular de todo o sítio. O passeio pelo interior da pirâmide é quase o oposto. A escuridão e a umidade dos corredores e das câmaras são demais para algumas pessoas. Mas nós conseguimos subir através das estreitas escadas e vimos a tumba de um guerreiro Maya. A pirâmide tem 91 degraus em cada um de seus 4 lados e com a plataforma superior totalizam 365 degraus, equivalentes aos dias do ano.




Após uma visita demorada por todo o sítio, saímos em direção à Mérida. Chegamos à cidade à noite e fomos ao hotel que pertencia à rede Howard Johnson chamado Hotel Panamericana. O hotel era muito grande e parecia ter sido muito importante o passado. Tinha um pátio central com uma fonte, uma construção espanhola.
Nos hospedamos e saímos para caminhar e jantar na cidade. Jantamos em um restaurante bem simples numa das ruas laterais da praça principal chamado El Trapiche e comemos o prato típico de Yucatán, carne de porco. Depois caminhamos à pé pelo centro que estava bem cheio por ser o último final de semana do primeiro Festival Internacional de Artes de Mérida. Montaram um palanque em frente à Catedral de San Idelfonso e vários grupos de música se apresentaram.

quinta-feira

22/01/2005

Descemos da torre e seguimos viagem para o tão falado Sítio Arqueológico Chichen-itzá, que fica a 120 km de Mérida, nosso destino seguinte. No caminho passamos por pequenas "aldeias" onde habitam pessoas mais pobres, crianças índias, em casas de barro e palha.
Chichen-itzá fica na parte central norte da Península de Yucatán foi a capital regional mais importante da região Maya nos anos de 750 a 1200dc, ponte entre os períodos Clássico e Pós-Clássico Mesoamericanos.


22/01/2005

Acordamos, tomamos café no quarto do hotel, arrumamos as malas e fomos direto até La Torre giratória no El embarcadero, que fica na ponta da praia de Cancun. A torre é redonda, com grandes janelas de vidro e sobe girando até 10 metros de altura, dando-nos uma visão panorâmica de Cancun. Foi possível avistar a outra extremidade da praia de Cancun, o hotel em forma de pirâmide e até os corais no fundo do mar. Um mar de impressionantes variedades de tom azul. Neste primeiro horário do dia formos os únicos a subir na torre e a gravação da visita guiada foi em português. Ficamos surpresos com a qualidade no atendimento, já que perceberam a nossa língua quando compramos nossos tickets.


21/01/2005

Acordamos e tomamos café no mesmo local. Ficamos mais um pouco na praia e depois saímos do hotel em direção a Cancun. Deixamos o Juliano e a Roberta no aeroporto de Cancun.

Continuamos em direção a Cancun e avistamos a praia. Paramos para ver de perto. Ficamos impressionados com a cor do mar. Continuamos até o final da praia vendo alguns hotéis, alguns estavam lotados outros eram caros demais. Fomos então para o centro de Cancun e achamos um hotel, o Hotel Parador. Deixamos as coisas no hotel e saímos para passear na cidade. Ainda estava sol e voltamos para a rua da praia. Paramos o carro em uma das ruas ao lado dos hotéis e fomos até a areia de uma "praia particular" de um grande hotel. Foi ótimo colocar os pés na areia novamente, principalmente areia fofa e fresca. Depois ficamos rodando de carro e apreciando a riqueza dos hotéis, bares e restaurantes.

20/01/2005

Voltamos para as cabanas, tomamos banho e saímos para jantar. Escolhemos o melhor restaurante típico da cidade porque era o último dia de viagem do Juliano e da Roberta. Comemos muitos “burritos”, tacos, tomamos cerveja Sol e fumamos charuto.
Voltamos para as cabanas, mas antes pedimos mais cobertores.


20/01/2005

Voltamos para a cabana, trocamos de roupa e fomos conhecer o Sítio Arqueológico de Tulum, que fica na beira da praia, alguns metros depois das cabanas.
A zona arqueológica de Tulum está a 128 km ao sul da cidade de Cancun no estado de Quintana Rôo. Recebeu este nome devido aos muros que rodeavam três de seus lados, já que Tulum significa em Maya “muralha, cerca”. A cidade pré-hispânica foi construída em um precipício em frente ao mar caribenho, suas ruínas se estendem por 6 km ao longo da costa e sabe-se que seus antigos habitantes se dedicavam a exportação de recursos marinhos, pela quantidade de ossos, conchas e caracóis encontrados nas fases correspondentes ao período pré-clássico.
Ficamos no sítio até o sol quase se pôr e nos colocarem para fora.

20/01/2005

Acordamos cedo e tomamos café na cabana, ou melhor, na mesinha de madeira que havia em frente a nossa cabana. Adorei tomar café na areia olhando para o mar azul turquesa do Caribe. Em seguida fomos para a praia. Ficamos tomando sol perto do bar do hotel, que também ficava na areia e ficamos surpresos ao ver que na praia e no hotel praticava-se nudismo. Todos os estavam nus, exceto nós 4 e o barman, com quem ficamos batendo papo e nos preparou vários drinks diferentes. Almoçamos na praia e caminhamos um pouco na areia e comprovamos o que nos disseram; que a areia do Caribe não esquenta nunca.

19/01/2005

Foi o hotel mais caro que ficamos e o mais simples. As cabanas eram de madeira com teto de palha e ficavam literalmente na areia da praia. Não havia luz nem água encanada. Escovar os dentes com água salgada foi uma experiência e tanto! E procurar alguma coisa na mala num ambiente de penumbra de pequenas velas que teimavam em apagar com o vento da praia era um sufoco!
Outra dificuldade era carregar as malas até a nossa cabana que era a última (ou a primeira), num caminho de areia fofa. Ainda bem que havia alguém para ajudar... Fomos para a praia, mas ficamos so na areia bebendo umas “margueritas” no bar.

Antes de escurecer voltamos à cabana para tomar banho. Saímos para jantar no centro da cidade e voltamos para a cabana. Fazia muito frio e o vento entrava pelas frestas da cabana, pois estavamos de frente para o mar. Em pleno verao, os cobertores não eram suficientes para nos aquecer do frio. Fomos dormir horas mais tarde.

19/01/2005

Por volta das 10:00hs decidimos voltar para o México e seguir viagem rumo à praia. O dia estava lindo quando chegamos ao Hotel Cabanas Tulum. As cabanas já estavam reservadas desde o início da viagem, porém, a nossa ainda não estava pronta para nos instalarmos. Estava muito quente, estávamos cansados, com fome e bastante irritados com a desorganização porque havíamos reservado uma cabana de frente para a praia, porém nos colocaram em uma que ficava imediatamente atrás desta. Pedimos nosso dinheiro de volta, ou seja, a diferença do valor de uma cabana de frente para o mar para outra com vista parcial para o mar...
Decidimos deixar a bagagem na recepção e sair para almoçar no centro.
Escolhemos um restaurante bem típico e comemos muito bem. Voltamos para o hotel mais relaxados.

19/01/2005

Acordamos bem cedo, arrumamos tudo e fomos para Belize. Descobrimos que é zona franca e que havia várias lojas de importados. Quando chegamos a fronteira os policiais nos aconselharam a deixar o carro no lado Mexicano e atravessarmos a pé. Andamos um pouco e chegamos à rua das lojas de importados. Nos separamos para fazer as compras, mas não conseguimos comprar nada. Nada nos interessou e descobrimos que os preços eram muito parecidos com os de Bogotá.

18/01/2005

Saímos de Palenque e pegamos a estrada para a região de Quintana Roo. O objetivo era chegar a Tulum no Caribe, mas teríamos que dormir em alguma cidade no meio do caminho, porque estávamos cansados para ficar dirigindo a noite toda.
Resolvemos parar em Chetumal, que faz fronteira com Belize. A cidade é muito simples não tem nada de atrativo, mas parecia ser uma cidade de negócios porque havia alguns hotéis bem sofisticados que estavam lotados. Rodamos bastante para encontrar um hotel razoável. Hospedamo-nos no Hotel Principe, que parecia um hotel de beira de estrada. Ficamos em quartos no andar térreo, de frente para uma piscina ligeiramente abandonada. Na recepção perguntamos onde poderíamos comer e o recepcionista nos informou que havia um local com vários restaurantes e tinha até um "madona". Quando Roberta e eu nos demos conta do que se tratava o "madona" começamos a rir e o hombre não entendeu nada... Tentamos ser educadas, agradecemos e saímos para tentar achar o "Mc Donalds". Encontramos a Rua Benito Juaréz, que existe em toda cidade Mexicana e resolvemos registrar. Não me lembro onde jantamos...
RUA BENITO

18/01/2005

Acordamos cedo, tomamos café no hotel, arrumamos as malas e saímos. Fomos direto ao Sítio Arqueológico Palenque. Deixamos as bagagens na mala do carro, que ficou no estacionamento.
Logo na entrada do sítio ficamos encantados, porque as ruínas ficam dentro de uma floresta tropical e uma selva onde habitam tucanos e macacos e tem uma atmosfera mística. Palenque está repleta de tumbas dos antigos Mayas e ainda hoje são feitas escavações para descobrir mais mistérios.

O “Templo de las Incripciones”, é a primeira estrutura do sítio, ao lado está o “Templo XIII” e o “Templo de las Calaveras”. “El Palácio” é um interessante e intrigante espaço cheio de corredores que levam a vários cômodos e à torre. O “Templo del Jaguar”, “Templo de la Cruz”, “Templo del Sol”, Templo XIV, e “Templo de la Cruz Foliada”.Ficamos bastante tempo em Palenque porque não dava vontade de ir embora. Tiramos inúmeras fotos e ficamos contemplando aquele lugar lindo e imaginando como viviam os Mayas.

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17/01/2005

Não almoçamos, resolvemos comprar lanche na Oxxo para comer no carro e tomamos um café em uma cafeteria muito bonita antes de pegar a estrada em direção a Palenque.
Chegamos a Palenque à noite e começamos a procurar hotel. Eu e Roberta descemos do carro e fomos visitar alguns hotéis em uma rua de terra batida, perto da estrada principal, mas nada agradou. Descobrimos através de um guia que havia um hotel da rede Howard Johnson na própria estrada. O hotel não pertencia mais a rede, mas ainda estava muito bem conservado, tinha varanda para a piscina, quartos grandes, secador de cabelo, tábua de passar roupa e internet. Instalamo-nos no hotel, tomamos banho, acessamos a internet e depois saímos para jantar. Acabamos parando naquela mesma estrada de terra que passamos antes, visto que era o único lugar movimentado na cidade. Jantamos num restaurante chique, que tinha uns enfeites de Natal muito estranhos pendurados no teto. Eram umas bolas com vários cones formando uma estrela de papel laminado colorido. Perguntamos ao garçom e ele respondeu que é tradição encher estes enfeites de doces para as crianças estourarem no Natal. O jantar demorou muito porque havia uma mesa com muitos americanos, ficamos irritados também com os erros na conta.

17/01/2005

Acordamos e saímos para tomar café da cidade. Comemos uma omelete e um café delicioso, depois fomos passear a pé. Vimos muitas coisas diferentes e conhecemos de perto a miséria do povo do Chiapas. Vimos mulheres índias com seus bebês amarrados nas costas por uma manta, crianças descalças num frio congelante e muitas mulheres em uma fila para conseguir um auxílio do governo. Perguntamos a um guarda porque só havia mulheres nesta fila e ele respondeu "os homens tem que estar trabalhando".
Também fomos conhecer a principal igreja da cidade e o comércio que é muito simples, com muitas barracas. Encontramos um consultório médico que cobrava 20 pesos pela consulta, o equivalente a 5 reais! Nas lojas de artesanato encontramos muitos souvenirs do sub-comandante Marcos: cartões postais com sua foto, sempre de balaclava, camisetas estampadas com sua foto, bonecos de pano, etc.

16/01/2005

Continuamos a viagem pelo Chiapas. A estrada era uma serra com curvas muito fechadas e perigosas, tivemos que dirigir a 60 km por hora.
Chegamos a San Cristobal de las Casas à noite e estava muito frio. Não estávamos preparados para tanto e a tosse do Adrian só piorava.
Não havíamos reservado hotel, portanto, começamos a procurar, entrar em um por um. Começamos a nos revesar, cada um visitava um hotel na mesma rua até que encontrei um excelente, por um ótimo preço, Posada de la Noria. Deixamos as coisas no hotel e saímos para jantar em um restaurante bem típico. Conversamos muito com o garçom que nos contou quase toda a história da cidade, sobre o Sub-Comandante Marcos, etc. Voltamos para o hotel.

16/01/2005

Acordamos bem cedo, saímos do hotel e passamos em um mercadinho para comprar nosso café da manhã. Aproveitei para ligar para meu pai de um telefone público. Saímos em direção ao Sítio Arqueológico de Monte Albán, cidade sagrada dos Zapotecas, situada no alto de uma montanha a 10 km do centro de Oaxaca.
Fomos os primeiros a chegar ao sítio e pudemos apreciar melhor. Além disso, havia uma paz imensa no lugar. Combinamos de fazer a visita separados e de nos encontrarmos na saída. Após horas passeando pelo sítio, nos encontramos e fomos até os artesãos que ficavam do lado de fora para ver as máscaras feitas de pedras.


Na saída do sítio nos deparamos com um carro todo ornamentado com flores e a imagem de virgem de Guadalupe. O dono do carro nos contou que os peregrinos participam da procissão no dia da santa e mantém o carro enfeitado durante todo o ano. Pedimos para tirar uma foto, porque encontramos vários carros como este nas estradas do México.
Voltamos para o Hotel em Oaxaca para ver se encontrávamos o marcador de livros de prata que o Juliano perdeu, mas não estava lá.


15/01/2005

Já era noite quando decidimos ir andando até um supermercado para comprar um mini bolo de aniversário e para conhecer a Basílica de la Virgen de la Soledad, uma igreja que ficava no alto de Oaxaca.
Voltamos para o hotel, arrumamos nossas coisas e mudamos para o Hotel San Andréas na Av Hidalgo. Nos hospedamos e saímos para jantar e comemorar o aniversário de casamento do Juliano da Roberta no restaurante Los Danzantes, que era o "point" de Oaxaca.


Eu comi um “T-Bone marinado com hierba santa y purê de papa”. Na volta, no hotel, comemoramos o aniversário com um mini bolo e mezcal.