15/01/2005

Relato de uma viagem inesquecível de quatro amigos ao México, em janeiro de 2005.

Tomamos café perto do hotel enquanto o Juliano e a Roberta ainda estavam dormindo. Depois nos encontramos com eles e saímos para tomar café juntos no “zócalo”. Ficamos em um restaurante no centro e depois passeamos pelo “zócalo”. Andamos na praça conhecida como El Alameda, no Calçadão da Rua Macedonio Alcalá, conhecemos o Palacio del Gobierno, na Plaza de La Constituición, onde há enormes murais do artista Aturo García, retratando a história da cidade. Fomos a Iglesia de Santo Domingo de Gusmán, que é toda dourada - lá o Ju já ia se esquecendo o seu guia Fodor's - e visitamos o Museo de las Culturas de Oaxaca, que fica ao lado da igreja, antigo convento. Havia um enorme jardim com vários tipos de cactos, anexo ao museu.
Chegamos a Oaxaca à noite e nos hospedamos no Hotel del Centro, mas só poderíamos ficar um noite porque o hotel já estava com reservas feitas.
Acordamos e tivemos uma agradável surpresa ao abrir as cortinas do quarto. A vista direta para o mar com alguns barcos a vela. Como chegamos à noite, não havíamos percebido a linda vista do nosso quarto. Tomamos café na beira da piscina do hotel, um dos melhores cafés da viagem. O dia estava lindo, muito calor e finalmente pudemos guardar nossos agasalhos.
Pegamos a estrada novamente e seguimos para Acapulco. Corremos bastante na estrada porque sabíamos que as próximas seriam serras, portanto, teríamos que diminuir a velocidade. Chegamos na praia de Acapulco minutos antes do pôr do sol. Corremos até uma espécie de arquibancada feita especialmente para as pessoas assistirem a este espetáculo único da natureza, o pôr do sol nas águas do Pacífico. Tiramos ótimas fotos.
Acordamos e saímos para tomar café na cidade. Passeamos pelo Centro, conhecemos a Igreja Santa Prisca, linda, de um tom rosado e fizemos um tour pelas lojinhas de prata. Fizemos algumas compras e ficamos muito felizes. Voltamos ao hotel para fazer check-out e saímos para visitar o mirante da cidade, onde tem uma imagem da Virgem de Guadalupe. Tiramos algumas fotos e descemos pelas ruas estreitas. Não sei como nosso carro passou por aquelas ruas, mais tarde entendemos porque todos os moradores têm um fusca.

Acordamos, tomamos café, o Dri e o Ju saíram para alugar um carro enquanto eu e Roberta tratávamos de reservar um hotel na próxima cidade, Taxco. Eles chegaram com um carro novíssimo, somente com 1.500m, um Vierna da Hiundai, na cor verde. Andaríamos 4.500 km com este carro pelas estradas do México. Fechamos a conta do Hotel, e levamos as malas para o carro. Fizemos uma verdadeira ginástica para colocar 4 malas naquele porta-malas minúsculo e ainda com o calendário asteca no fundo, debaixo de tudo. Pensei que iria se quebrar todo e teríamos que montar um quebra-cabeças.

Acordamos, e combinamos de descer pra tomar café juntos no hotel. Depois do café, fomos caminhando até o centro de artesanato Mercado de la Ciudadela.

Descemos do ônibus, passeamos um pouco pelas redondezas do hotel e compramos alguns pacotes de doritos de diversos sabores e cerveja Sol no Oxxo. Voltamos para o hotel para descansar. Enviamos um e-mail para Ju e Ro que estavam saindo de Cancún para informar sobre o hotel em que estávamos hospedados, endereço e como chegar lá. À noite Ju e Ro chegaram e foram até o nosso quarto. Ficamos conversando sobre a semana deles em Cancún, sobre nossa viagem a Bogotá e nosso passeio no museu. Enquanto comíamos doritos e bebíamos cerveja, combinávamos nosso roteiro para os dias seguintes. Acertamos de passear no dia seguinte e alugar um carro somente na terça-feira, quando pegaríamos a estrada para o sul do México. Mais tarde, nos arrumamos, pegamos um táxi e fomos até um bairro badalado para tomar umas tequilas. Chegando lá descobrimos que o bairro não era tão badalado assim e que estava muito frio, por isso seria melhor jantarmos em um lugar mais aconchegante. Escolhemos o restaurante e jantamos. O Adrian comeu um prato típico exótico que tinha até cactos! Eu tive um pouco de dificuldade para escolher um prato simples pois ainda não era muito fã da comida mexicana e comi pouco. Voltamos para o hotel e dormimos.
Na saída do museu Antropológico, que fica em frente a um parque/bosque, havia várias famílias passeando e várias atrações, já que era um dia de domingo. Ficamos assistindo ao grupo dos “Totonacs voladores”. Os dançarinos voadores são, 5 homens que sobem um mastro muito alto. Em seguida, 4 desses homens amarrados somente por uma corda na cintura, se jogam no ar para começar uma descida giratória e ritmada com a música que o quinto homem toca com um instrumento de sopro, no topo do mastro. Impressionante!

